- Contemplo o lago mudo
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Fernando Pessoa, 4-8-1930
Que uma brisa estremece.
Não sei se penso em tudo
Ou se tudo me esquece.
O lago nada me diz,
Não sinto a brisa mexê-lo
Não sei se sou feliz
Nem se desejo sê-lo.
Trêmulos vincos risonhos
Na água adormecida.
Por que fiz eu dos sonhos
A minha única vida?



Obrigada pela visita !
Bom dia parabens pelo seu blog e o meu obrigada pela vista
beijo fran
Gracias por el comentario, ahora me voy a tomar el trabajor (o placer) de leer las tuyas. Abrazo, desde Mar del Plata Argentina
Bello y cristalino, me gusta…
muuuuuuy lindo…
increible….
hay sensaciones tan universales q la barrera del idioma no existe.